No cérebro masculino as coisas funcionam do jeito que devem funcionar. A matemática é exata, sim é sim, sorriso é "eu estou sorrindo" e silêncio por um tempo incalculável é "não estou interesado em você."
Só que no cérebro feminino a simplicidade confunde. A matemática é uma equação com muitas variáveis; sim, pode ser tanto "sim" quanto "talvez", mas geralmente é "não" mesmo. O sorriso pode ser uma crise psicopática disfarçada, ou uma vontade suave de perguntar "quem é a vaca?????", e o silêncio é um anúncio gritante em letreiros luminosos: corre que o bicho vai pegar.
A confusão mental feminina é tão grande que até quando uma mulher diz, em tom de revelação do milênio, que ama as coisas simples da vida, não é das coisas simples da vida que ela está falando. Pra uma mulher é simples o homem estar caminhando na rua e decidir por livre e espontânea vontade comprar um buquê de tulipas azuis encontradas às margens do Nilo e que representam, em forma de flor, o amor que ele sente. Pra um homem é simples chegar em casa, ligar a tv e encontrar a mulher com rabo de cavalo e vestindo apenas a camiseta da copa de 64. É simples; e é sexy.
As mulheres querem uma vida de filme.
E não qualquer filme.
Querem Love Story, Um amor pra recordar, Titanic, Amor além da vida e qualquer outra dessas histórias em que, ou alguém morre, ou alguém dorme.
Os homens querem uma vida. Ponto.
E se for pra escolher um filme, que tenha amigos de infância, mulheres gostosas e cerveja. Fora isso o que vier é lucro.
Entre o dilema de quem nós somos e por que somos diferentes, toda mulher sabe que é confusa e quanto a isso elas são bem simples. São assim, porque são assim. Acostume-se.
Os homens, simplesmente, se acostumam.
E assim a vida segue;
A gente se apaixona e espera o mundo, ou não espera nada...
Elas tentando se convencer e convencer todo mundo de que são simples, assim como o arco-íris apó a tempestade embrulhada no sol; e eles disfarçando muito bem que tudo isso faz sentido. E que, não querida, você não está gorda.
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