Falando sério, mesmo, "no duro": não nasci pra pequenez.
E digo mais; é à grandeza que me sinto atrelada, como um ímã reluzente que me persegue a cada novo projeto, em cada novo desafio.
Não tenho medo de me soltar das amarras da obviedade, de tirar os pés do chão e pular alto; e de sonhar alto; e de pensar grande. Se volto ou não dos meus delírios, se são mesmo "delírios" e se são eles decisivos ou não para o meu progresso, puro detalhe. É a sensação da minha, e unicamente minha, capacidade de me superar e me melhorar que me mantém firme no meu objetivo.
Penso que parte do que somos - aliás, grande parte - vem daquilo que pensamos, e aquilo que buscamos. Já me perguntei algumas vezes, se tudo o que espero pra mim não é maior do que estou predestinada, de fato, a ser. E, de verdade, a resposta não me interessa. Já entendi que sou eu a única capaz de encurtar minhas rédeas e me limitar ao mundo das minhas inseguranças; e sou eu a única capaz de desatar os nós da minha imperfeição e covardia.
Então decidi ser muito maior do que minhas próprias esperanças. E decidi pagar pra ver aonde isso vai dar.
Nunca tive medo de ver o que ninguém viu, e o meu limite vai muito além do "comum".
Eu cultivo grandes sonhos, grandes expectativas, grandes lembranças e grandes pessoas. É esse círculo gigantesco que me cerca e me define. Foram das grandes mancadas que surgiram meus maiores momentos. E minhas maiores conquistas... Ah, estas estão por vir!
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